Curioso como as coisas começam a dar errado quando nos distanciamos de nós mesmos. A vida segue aparentemente em um rumo tão artificial. Onde encontrar sentido no meio de tudo isso? Parece que o ritmo da vida já está traçado por algo fora de nós e temos que nos adequar.
Por isso que eu fujo de vez em quando. Quebro a rotina, vou ver o mar, queimar a pele, sentir o sol do rosto, a claridade na retina, chorar, pensar em tudo, em nada, em bobagem. Não se importar com o preço da gasolina, com a areia no banco do carro, com a agenda.
Essa vida é toda muito bagunçada e dinâmica e, às vezes, nos perdemos. Tentamos achar o sentido, nos mantermos sãos, controlar a raiva, o stress. Muitas vezes, nos mantemos longe do essencial da vida e nos esquecemos que nem trabalho nem stress deve ser maior que entrar em contato com nós mesmos, com essa nossa essência.