O tempo... ah, o tempo!
Cheio de mistério, devora a todos nós
Ás vezes, voa
Ás vezes, se arrasta
Nunca pede a nossa permissão
E ele passa, levando a vida
enrugando a pele
aumentando o número dos anos
fazendo crescer as crianças
trazendo a experiência
forçando nossa superação
curando as feridas
Tentamos controlar o tempo com nossas agendas
E ele ri de nós, é impossível!
Ele é o senhor e nós, os escravos
Resta-nos dançar conforme seu ritmo
Seu ritmo implacável
Ás vezes, nos dando o que precisamos
Ás vezes nos dando o que não suportamos
Nos ensinando, sempre
Futuro, não temos
Temos o agora, chamado ' Presente ' ,
oportunamente
Responsabilidade nossa decidir o que fazer com ele
E de presente em presente
Construímos o futuro no segundo seguinte
E, assim, de instante em instante
Constrói-se o futuro
Ao longo do tempo...
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